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Agentes que usam um navegador como qualquer pessoa

Inicie sessão numa conta uma só vez e os agentes trabalham em qualquer site que a sua empresa utilize, haja ou não conector.

A maior parte do software em que a sua empresa trabalha nunca foi pensada para agentes. O sistema de reservas, o portal de encomendas do fornecedor, o sistema de stock, o portal de concursos da câmara municipal, o portal imobiliário, o Facebook e o Instagram da sua empresa: nenhum tem conector, e a maioria nunca terá. Os agentes do Nessie não precisam de um. Usam um navegador, como qualquer pessoa da sua equipa.

Um navegador a sério, na cloud ou no seu computador

Cada equipa tem um navegador na cloud que os seus agentes partilham, e cada agente mantém nele os seus próprios separadores. Quando um trabalho precisa de algo que só funciona a partir do seu escritório — um sistema na sua própria rede, um site que só confia no seu endereço —, o agente usa, em vez disso, um navegador num computador seu, através da aplicação Nessie instalada nele.

Inicie sessão uma só vez

  • Quem inicia sessão é uma pessoa, não o agente. Abre o navegador da equipa a partir da sua própria conversa, inicia sessão na conta como sempre faz e confirma que essa sessão é partilhada com a equipa. A partir daí, os agentes com acesso ao navegador trabalham nessa conta.
  • As palavras-passe ficam com as pessoas. Quando uma página pede uma palavra-passe ou um código, esse dado é introduzido num cartão de introdução segura. O agente nunca o vê, e nunca aparece numa conversa.
  • O que é pessoal continua pessoal. As suas contas — o seu email pessoal, o seu banco — são uma sessão pessoal, usada apenas na sua conversa privada com os seus agentes. Mais ninguém na equipa lhes pode aceder.
  • Um interruptor por agente. O acesso ao navegador é um interruptor no separador Acesso do agente. Um agente sem ele nunca abre o navegador.

Acompanhe, assuma o controlo, devolva

Pode ver o navegador de qualquer agente enquanto trabalha, assumir o controlo a qualquer momento e devolvê-lo. Antes de passar para um site que não lhe foi pedido que usasse, o agente pergunta. As capturas de ecrã e os ficheiros que descarrega ficam em Documentos, onde a equipa os pode ver. O trabalho está no canal como qualquer outro: o agente diz o que fez, uma pessoa corrige-o e, a partir daí, ele passa a fazê-lo assim.

Para que as equipas o usam

  • Reservas. Aceitar, mudar e cancelar reservas no sistema de reservas que já paga.
  • Stock e fornecedores. Ver o que resta no sistema de stock e redigir a encomenda no portal do fornecedor, para uma pessoa confirmar.
  • Redes sociais. Publicar no Facebook, no Instagram ou no TikTok da empresa e responder a comentários, com sessão iniciada na conta do negócio.
  • Pesquisa. Peça a um agente que encontre todas as câmaras municipais do país e ele carrega-as todas, mapeia o portal de concursos de cada uma e verifica-os conforme o calendário que definir.
  • Tudo o que tem início de sessão e não tem API. Portais imobiliários, serviços públicos, sites de contabilidade, o velho painel de administração em que ninguém quer mexer.

Quando existe um conector

Um navegador é mais lento do que um conector, e um site pode mudar por baixo dele. Quando um sistema oferece uma ligação a sério — Google Workspace, Xero, HubSpot ou qualquer aplicação da App Store —, os agentes usam-na e guardam o navegador para tudo o resto. Dentro do seu próprio software, um colaborador digital trabalha na página, ao lado da pessoa que a está a usar.

Veja-o em ação num restaurante, numa sala de escape, num gabinete de arquitetura ou numa loja.

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